segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Lição Aprendida

Boa Noite Nação 5 estrelas
Infelizmente ontem não foi um dia positivo para nossa arrancada ao título.
Mas o campeonato não esta perdido. E falando do jogo, o Cruzeiro jogou como um time apatico, até parecia que nós que estávamos na zona de rebaixamento e com uma defesa que não mostrou nenhum entrosamento. A falha do Cuca de deixar o xerife Leo foi fulminante , que sem duvida é o melhor zagueiro do Cruzeiro.  As falhas cruciais dos dois maiores ídolos do clube na  atualidade, Fabio e Montillo,  deixaram um dos piores jogadores da história do futebol brasileiro, Obina,  fazer tres gols. Infelizmente  fomos como verdadeiro Azulzinho(Viagra), levantamos um difunto.
O Cuca, Fábio e Montillo falharam, mas eles têm credito e pontencial para dar a volta por cima, e tem que ser sabado contra o Grêmio Prudente. Estou triste, a segunda começou digna de uma segunda feira, sem um ar de magia de um fim de semana, como em semanas anterios.
Perdemos um jogo crucial, mas a batalha continua e seremos campeões. Só dependemos da gente, pois o Fluminense e o Corithians vão continuar a perder pontos.
Tivemos um poder de reação positivo mas não nestava mais tempo. O Gilberto voltou super bem e fazendo um golaço.
Vamos relembrar  o túnel do tempo e tirar desse  jogo o aprendizado. O sapato alto de ontem serve como uma lição aprendida.
Vamos lembrar a Supercopa de 1991, que na primeira partida da final perdemos para o River Plate de 2x0.
Mas com o poder de superação da equipe comandada pelo saudoso Ênio Andrade, o que era na teoria quase impossivel , aconteceu e ganhamos de 3x0 com a torcida em peso no Mineirão dando um show, com dois gols de Mário Tilico e um do Ademir (o primeiro da carreira do capitão Celeste).
Na Libertadores de 1997, começamos com tres derrotas seguidas, com o então técnico Oscar, mas com a chegada do Paulo Autuori ganhamos os três jogos seguidos  e classificamos e  na sequência chegamos ao Bicampeonato da Copa Libertadores da América.
Então meus amigos, nada esta perdido. Mas temos que tirar o sapato alto que entramos ontem, com o clima de “já ganhou”, e fazer uma sequência positiva, começando sábado contra o Prudente. Se ganharmos, poderemos voltar ao topo, e lembrando que faltará apenas 6 jogos. Não podemos desanimar pois temos tudo para sermos campeões brasileiros. Claro que perder um clássico abala e muito, mas não temos tempo para isto. Crise agora é algo que não pode acontecer. Temos que nos unir e vamos em frente Nação Celeste, apoiar o nosso Cruzeiro, com a mesma dedicação de sempre. Sei que hoje todos estão de cabeça quente...Mas nada melhor do que um dia após o outro. Eu Acredito e sei que vamos voltar com a mesma postura de antes e seremos tricampeões este ano.
Um Abraço a todos cruzeirenses e especialmente a moçada do Churrazeiro, que deram um show a parte, viajaram 8 horas e fizeram o tradicional churrasco na Porta do estádio. Virou até manchete nos portais Uai e Globo.com
Sandro Drumond (Piriquito-Barsa Azul)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Um divisor de ares.

Um clássico é sempre um divisor de ares, e este, porém será fundamental para engrossar a Equipe Estrelada para o Título mais requisitado do País do Futebol. Querendo ou não, a vitória em um Clássico, deixa a equipe mais motivada em campo. Porém, no ano passado quando perdemos o Clássico para as Frangas por 3x0, mesmo com o time misto, pois este estava focado na Copa Libertadores, ficou em dúvida se tivéssemos ganhado, se a equipe entraria mais motivada para a Final.
Porém Cruzeiro é Cruzeiro. Mesmo em Futebol de Botão na minha infância, ou no Playstation quando jogo contra o Gaylo, a minha sede de vencer é cada vez mais profunda. Quando criança, minha música de ninar sempre foi o Hino do Cruzeiro, e quando eu aprontava meus pais falavam: ”Sandro não faz coisa feia, que o Galo Feio vai te bicar”.
Meu amor pelo Cruzeiro é algo incontestável, sólido e profundo.
Jogadores Estrangeiros Sul Americanos sempre foram um diferencial em clássicos.
Relembrando Perfumo, quer era o terror do Ataque Patéticano, o Uruguaio Revétria.
Apesar de ter jogado apenas dois anos no clube, o centroavante uruguaio tem um lugar reservado no coração do torcedor cruzeirense. Tudo isto por causa de quatro gols.
Pode parecer pouco para um centroavante, mas os quatro gols foram marcados, sendo que três deles numa mesma partida. No dia 2 de Outubro de 1977, o Cruzeiro entrou em campo no Mineirão com a obrigação de vencer seu rival para ainda lutar pelo título mineiro da temporada. Revétria encarnou o espírito guerreiro típico dos Sul americanos e foi o dono do jogo, marcando os três gols celestes na vitória por 3 a 2.
A decisão foi para um terceiro jogo. O Atlético-MG vencia por 1 a 0 quando Revétria empatou no final do jogo. Na prorrogação, o Cruzeiro marcou mais 2 gols, conquistando um título que parecia perdido.
Ronaldo deslanchou na temporada de 1994, principalmente ao detonar um gringo Patéticano. Em seu primeiro clássico contra o Atlético, no Campeonato Mineiro, confirmou a sua fama de carrasco do galo, que havia adquirido no Junior, marcando 3 gols, na vitória de 3 a 1. Naquele jogo entortou com uma seqüência de dribles de corpo o experiente zagueiro Kanapkis, da Seleção Uruguaia.
E outro fator favorável a nós, em 3 Clássicos de torcidas únicas, ganhamos 2 e empatamos 1.
Os dois primeiros foi um acordo feito em Elias Kalil e a grande Raposa Felício Brandi.
Convoco todos, como um torcedor apaixonado, para comparecer em peso em Uberlândia. Vamos ganhar e embalar para depois enfrentar o lanterna Prudente, já rebaixado matematicamente. Essas duas vitórias vão ser o diferencial para o nosso Tricampeonato.

Valeu Nação Azul Estrelada.

Um Abraço

Sandro Drumond (Piriquito - Barsa Azul) - piriquito@portal5estrelas.net

 
Bhte, 19 de Outubro de 2010